MONOGRAFIAS


As Monografias do Museu Frei Galvão estão sendo publicadas mensalmente. Tratam de variados assuntos da história da cidade e outros, muito importantes para pesquisas de estudantes e diversos.

  • Capa da monografia
    347

    Monografia

  • Cronologia 1739 - 1999: Santo Antônio de Sant'ana Galvão

    1739: Guaratinguetá-SP - Nascimento e batizado do menino Antônio Correa Galvão de França, futuro Santo Antônio de Sant'Ana Galvão. Filho de Antônio Galvão de França, português, nascido em Faro, no sul de Portugal e de Isabel Correa Leite de Barros, de Pindamonhangaba-SP. Foi batizado, na Matriz de Santo Antônio onde fez também sua primeira comunhão.

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  • Capa da monografia
    346

    Monografia

  • O Largo

    No centro histórico de Guaratinguetá existia uma bela praça quadrangular com um arvoredo denso e alegre. No centro, sobre um pedestal de cimento com inscrições de bronze e cercado por um tanque de beirada baixa e redonda, estava a estátua de corpo inteiro do grande Presidente da República Conselheiro Rodrigues Alves. Filho ilustre da terra, era ele que dava seu nome a essa Praça, anteriormente chamada de Treze de Maio.

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  • Capa da monografia
    345

    Monografia

  • Hino dos Estudantes de Guaratinguetá

    Um grupo de estudantes de Guaratinguetá compunha o que chamávamos de "a turma do Ferri", isso porque ele era um mestre no xadrez e não se interessava muito pelos esportes físicos, como nós. Tudo ia acontecendo na Praça Conselheiro Rodrigues Alves, com a figura do grande político representada por uma estátua de corpo inteiro lá no meio da praça. Mas, para todos nós e para toda a cidade, essa praça era conhecida como "o Largo".

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  • Capa da monografia
    344

    Monografia

  • Parque Laudato Si

    O dia 05 de junho de 2021 – Dia Mundial do Meio Ambiente, tornou-se uma data histórica para Guaratinguetá. Nesse dia realizou-se o início das obras do novo Santuário de Santo Antônio de Sant'Ana Galvão, registrado pelo convite enviado ao Museu Frei Galvão.

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  • Capa da monografia
    343

    Monografia

  • Guaratinguetá e as epidemias

    Os povos antigos acreditavam que as calamidades, as pestes, as epidemias e pandemias eram um castigo divino. Para acalmar os deuses eram feitas oferendas, procissões de flagelados, promessas, suplícios e sacrifícios até com sangue humano. Eclipses eram considerados avisos para o que viria de mal.

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