Frei Galvão através dos tempos

São muitos os estudos, trabalhos e livros que descrevem a vida e a obra de virtudes e de santidade de Frei Galvão. Em todos eles, o grande franciscano é sempre enaltecido “... por suas raras virtudes, que o fizeram ser tido como santo... e falecido em santidade... sendo a sua memória venerada até hoje como a de um santo”.

Em 1998, no processo de sua beatificação, organizado por Irmã Célia Cadorin, Postuladora da Causa, o Vaticano, por unanimidade, reconheceu as virtudes de Frei Galvão. E dentre as trinta mil graças estudadas aprovou, ainda por unanimidade, o milagre que salvou a vida da menina Daniela Cristina da Silva.

Reconhecendo esse milagre e declarando Frei Galvão “o homem da Paz e da Caridade”, o Papa João Paulo II elevou à honra dos altares, em 25 de outubro de 1998, o filho que Guaratinguetá entregou para a glória dos céus.

Para assistir o solene ato da Beatificação de Frei Galvão no Vaticano, partiram de Guaratinguetá várias caravanas de devotos.

Houve também Missa de Ação de Graças na igreja de Aracoelli. Com a Igreja repleta de guaratinguetaenses, de Embaixadores do Brasil e do Vaticano e da Presidência da República do Brasil, com muitos aplausos, encerram-se assim, no Vaticano, os festejos da Beatificação de Frei Galvão, brasileiro, nascido, para honra de todos, em Guaratinguetá-SP-Brasil.

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